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“O trabalho da linguagem era muito importante para a sua dança. Não é a linguagem que explica, conta ou poetisa suas inspirações. Hijikata explorava muito a literatura e, principalmente, a poesia. Mas inventou uma linguagem especial para a sua criação. A dança e sua prática verbal eram absolutamente solidárias. Ele tentou desarticular as palavras, como desarticulava e reconstruía o corpo que dança. É isso que ele realizava ao mesmo tempo, inseparavelmente. [...] Se essas são as palavras que controlam o corpo, para redescobri-lo foi necessário lutar contra a força de controle que vem das palavras. Ao tratar as palavras, sinais e traços que ele reinjetou em seu trabalho com o corpo.”
Kuniichi Uno sobre Tatsumi Hijikata,
o patrono da Editora Trevas.

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